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Formada em Artes Visuais pela Universidade Federal de Goiás (UFG), Manuela desenvolve trabalho artístico que se enraíza no inconsciente para tensionar sínteses entre sentidos opostos, como os sonhos e a realidade, a morte e a vida, o natural e o sobrenatural. Em 2022 foi selecionada para o 19º Salão Nacional de Arte – Jataí/GO e para a Kaaysá Residency com curadoria de Agnaldo Farias; em 2021 participou das exposições “Conversas in Loco” (Arte Plena Casa Galeria, Goiânia/GO) e “1º Prêmio Vozes Agudas para mulheres artistas” (Galeria Karla Osório, Brasília/DF). No ano de 2020 fez sua primeira individual, “Tereza, eu morri e morrer é bom”, no Programa de Exposições Virtuais do Centro Cultural Octo Marques (Goiânia/GO), onde em 2019 fez parte da exposição “No Interior da Imagem”; e em 2018 fez residência artística no Programa Trampolim, no qual integrou a exposição “Um Corpo no Ar Pronto para Fazer Barulho” (Museu de Arte Contemporânea de Goiás – MAC).